terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O que acho do Natal...



Gosto do clima, das festas, das promessas e tudo mais. Sou um entre vários hipócritas que crê no badalar do sino e no recomeço que todo o natal promete e que nunca conseguimos recomeçar de fato.

Acho maravilhoso o encontro em família, mesmo que o abraço da meia noite seja de pura falsidade e desamor, mas todo teatro por trás desse gesto é “lindo”. Neste momento as piadas tem mais graça, o clima é humano, todo mundo ajuda todo mundo, o badalar do sino é um tom harmônico.

Ai vem à pergunta. Porque só no natal esses sentimentos afloram? Porque isso não pode pendurar sempre? A resposta está no egoísmo e no pecado do ser humano, em 363 o ser humano que no natal é bom, é companheiro, no restante se torna perverso, maldoso e ganancioso, não vê a filha ou o filho, sua esposa ou seu marido clamar por socorro, não olha para o lado, não quer ver seu irmão que definha por falta daquele mesmo amor que em um dia “no natal” você transborda, mas é um transbordar sujo e fedido. Estamos descumprindo um dos maiores mandamentos "O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como vos amei” (Jo 15.12).

Vemos na pessoa de Cristo o exemplo perfeito, fez tudo sem querer nada em troca. Você consegue? Sofreu sem colocar a culpa em ninguém. Você consegue?

Sossegue seu coração, que não precisamos passar mais por isso, pois Ele já passou. Então o que precisamos? Precisamos somente crer que Ele é o Filho de Deus, o Deus encarnado que habitou em nosso meio e morreu concebendo salvação para quem lhe apraz.

Que possamos viver o natal todos os dias de nossas vidas com essa sensibilidade pelos outros principalmente pelos da nossa família, mas nunca nos esquecermos dos que sofrem e gemem, por que para Deus também fazem parte da grande comissão celestial, somente em Cristo isto se torna realidade.


Isaias Soares Salvador Dias 
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terça-feira, 30 de julho de 2013

1. Filiar-se à igreja é ordem de Jesus



1. Filiar-se à igreja é ordem de Jesus
Em primeiro lugar, o nosso Senhor Jesus Cristo ordenou aos Seus seguidores que se filiassem à igreja. Em Mateus 16.18, Jesus diz aos Seus discípulos: “eu edificarei a minha igreja”. Ele descreve a igreja como o templo da nova aliança, e todos os que confessam que Jesus é o Senhor são as pedras desse edifício (Mt 16.16; 1Pe 2.5; Ef 2.19-20).
Em Mateus 28.19-20, Jesus confirma e amplia a sua declaração anterior ao ordenar aos Seus seguidores que façam discípulos, batizando-os e ensinando-os depois. O cumprimento dessa grande comissão resulta na inclusão dos convertidos à igreja. Por que dizemos isso? Porque a ordenança do batismo faz parte da grande comissão. Conquanto o batismo do Espírito Santo nos acrescente à igreja invisível (1Co 12.13), não devemos manter invisível a nossa salvação, temos que expressá-la externamente (Rm 10.9-10). O batismo de água, externo e visível, simboliza esta realidade invisível.
Atos 2.41 descreve como a igreja apostólica pôs esse princípio em prática: “Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas”. Houve um acréscimo a que? Atos 2.27 dá a resposta: “E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”. Essa era a igreja visível, os apóstolos acompanhavam atentamente quem eram os batizados e até os contavam.

Cristo ordenou que fôssemos batizados. Ao ordenar que sejamos batizados, ordena-nos que também sejamos acrescentados à igreja. Noutras palavras, Ele ordena que nos filiemos à igreja, deseja que o nosso relacionamento com Ele seja honesto e perceptível (Mt 10.32) e que seja também um relacionamento corporativo (Hb 10.24-25).
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sexta-feira, 26 de julho de 2013

DEZ RAZÕES POR QUE FILIAR-SE A UMA IGREJA.

 

1. Filiar-se à igreja é ordem de Jesus 
2. O Velho Testamento ensina a filiação eclesiástica 
3. A filiação eclesiástica é inferência Neotestamentário
4. A filiação eclesiástica é parte integrante da salvação
5. A filiação eclesiástica patenteia a ordem eclesiástica
6. Muitos mandamentos bíblicos denotam filiação eclesiástica
7. O cuidado pastoral exige filiação eclesiástica
8. A vida prática da igreja abrange a filiação eclesiástica
9. O evangelismo bíblico exige a filiação eclesiástica             
 10. O amor de Deus clama pela filiação eclesiástica

Obs.: Todos os dias uma postagem de 1 (uma) razão.
Autores: Mark Brown & Larry Wilson
 
 

 

 

 

 


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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Santidade: Sem a qual ninguém verá o SENHOR


Antes de tudo, despertemos para perceber o estado de perigo em que muitos crentes professos se encontram. Sem a santificação “ninguém verá o Senhor”; não há salvação sem santificação (Hb 12.14). Portanto, quanta religiosidade existe que para nada serve! Quão imensa é a proporção de frequentadores de igrejas que se encontram no caminho largo que conduz à perdição! Esse pensamento é terrível, esmagador e avassalador. Oh, quem dera que pregadores e mestres abrissem os olhos e percebessem a condição das almas ao seu redor! Oh, que dera os homens pudessem ser persuadidos a fugir “da ira vindoura!” Se almas não santificadas podem realmente ser salvas e ir para o céu, então, a Bíblia não diz a verdade. Não obstante, a Bíblia é verdadeira e não pode mentir! Que horrível acontecimento será o fim dos tempos!

Em seguida, certifiquemo-nos acerca da nossa própria condição, jamais descansados enquanto não sentirmos e soubermos que estamos “santificados”. Quais são nossos gostos, nossas escolhas, preferências e inclinações? Essa é a grande pergunta de teste. Pouco importa o que desejamos, o que esperamos e o que planejamos ser antes de morrer. Mas, o que somos agora? O que estamos fazendo? Estamos vivendo de maneira santa ou não? Se a resposta é não, a falta é toda nossa.

Também, queremos ser santificados, o nosso caminho é claro e simples: devemos começar indo a Cristo. Precisamos nos aproximar dEle como pecadores, sem qualquer outra justificativa, senão a nossa total necessidade. Deixemos a nossa alma aos seus cuidados, mediante a fé, a fim de obtermos paz e reconciliação com Deus. Precisamos nos entregar em suas mãos, como que nas mãos de um bom médico, clamando a Ele por misericórdia e graça. Não podemos trazer conosco nada que nos possa servir de recomendação. O primeiro passo no caminho da santificação, e que não é diferente na justificação, consiste em vir a Cristo com fé. Primeiramente teremos de viver e, então, trabalhar.

Além disso, se quisermos crescer na santificação, tornando-nos mais santificados, teremos de prosseguir continuamente, da mesma forma como iniciamos, recorrendo sempre aos novos recursos de Cristo. Ele é o cabeça de onde cada membro deve ser suprido (ver Ef 4.16). Viver a vida da fé, diariamente, na dependência do Filho de Deus e valer-se diariamente da sua plenitude, e da graça e força prometida, que Ele providenciou para o seu povo – esse é o grande segredo do progresso na santificação. Os crentes que parecem haver parado nessa escalada geralmente negligenciam a comunhão íntima com Jesus e assim entristecem o seu Santo Espírito. Aquele que orou “santifica-os”, na noite anterior à sua crucificação, está intimamente disposto a ajudar todos quantos, mediante a fé, apelam a Ele em busca de ajuda, desejando se tornar mais santos.

Acrescente-se a isso que não devemos esperar muito de nosso coração aqui neste mundo. Em nossos melhores momentos, encontraremos em nós mesmos razões diárias para nos humilhar, descobrindo que somos necessitados devedores à misericórdia e à graça divinas a cada instante. Quanto maior luz tivermos, tanto mais seremos capazes de perceber nossas próprias imperfeições. Éramos pecadores quando iniciamos a carreira cristão e pecadores seremos, enquanto estivermos prosseguindo no caminho. Somos renovados, perdoados e justificados, e, no entanto, pecadores até o último instante. A nossa perfeição absoluta chegará um dia, e a expectativa pela mesma é uma das razões pelas quais anelamos chegar ao céu.

Finalmente, nunca nos envergonhemos de dar grande valor à santificação, lutando por um padrão elevado de santidade. Enquanto alguns se satisfazem com um padrão miseravelmente baixo de realização, e outros não se envergonham por viverem sem qualquer santidade – contentes com mero círculo vicioso de frequentar a igreja, mas nunca avançando, como um cavalo atrelado à roda de um moinho – nós devemos prosseguir firmemente nas veredas antigas, seguindo pessoalmente a santificação e recomendando-a com coragem aos nossos irmãos. Essa é a única maneira para alguém tornar-se realmente feliz.

Estejamos convencidos, sem nos importar com o que os outros digam, de que a santificação envolve a felicidade, e de que o homem que atravessa a vida com maior consolo é o homem santificado. Sem dúvida que há alguns verdadeiros crentes que, devido à má saúde ou às questões de família, ou à outras causas secretas, desfrutem de pouco consolo perceptível e avançam gemendo por todo o seu caminho ascendente para o céu. Entretanto, esses casos excepcionais. Em geral, ao longo da vida, será descoberto que as pessoas “santificadas” são as pessoas mais felizes da terra. Elas usufruem sólidos consolos que o mundo não pode dar e nem tirar. Os caminhos da sabedoria "são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas, paz”. “Grande paz têm os que amam a tua lei”. Aquele que não pode mentir foi quem disse: “Porque meu julgo é suave, e o meu fardo é leve”. Contudo, também ficou escrito: “Para os perversos, todavia, não há paz, diz o SENHOR” (Pv 3.17; Sl 119.165; Mt 11.30 e Is 48.22).

Fonte: Ryle. J. C. Santidade: sem a qual ninguém verá o senhor. 2ª Ed. São Paulo: Editora Fiel, 2009. p. 62 – 64.


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sexta-feira, 8 de março de 2013

Animal vivo em embalagem plástica é vendido como amuleto na China



Pequenas bolsas contêm oxigênio e líquido com nutrientes. Com esse suprimento, bichos podem viver até dois meses.
 
Animais em pequenas bolsas de plástico, contendo oxigênio e um líquido com nutrientes, são vendidos como amuletos da sorte na China, como mostram as imagens da Reuters feitas em Pequim. O ar e o alimento são suficientes para manter os pequenos peixes, tartarugas e salamandras vivos por dois meses, segundo vendedor ouvido pela agência de notícias. O preço é 10 iuan, o equivalente a R$ 3,16. (Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/03/animal-vivo-em-embalagem-plastica-e-vendido-na-china.html).
 
Isso mostra a degradação do ser humano em relação ao dinheiro, mas um dia, Deus irá julgar as obras e as intenções do coração de cada um. Alguns teólogos afirmam que quando o grande julgamento acontecer a criação de Deus (natureza) estará de "pé" e "aplaudindo (sentimento de alivio)" quando os anjos de Deus estarão arrastando o maldito pecador para o lago de fogo.
 
Creio que no meio da teologia é muito pouco falado sobre a natureza, temos que mostrar e divulgar como a criação de Deus vem sendo mal administrada, maltratada, esquecida... Graças ao bom Deus que um dia, muito em breve, esses podres seres humanos irão receber não a ira de um ser finito, mas a ira de um ser infinito, você consegue compreender isso?
 
Se você acha que um terremoto ou um tsunami que mata milhares de pessoas em poucos segundos é uma coisa grandiosa demais, imagine o Criador disso tudo, que é Deus, e que é permissão Dele sem sombra de dúvidas, descarregando sobre você toda a Sua ira? 

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quinta-feira, 7 de março de 2013

As Reformas na Europa [1/4] - Isaías Lobão



Nesta série, o professor Isaías Lobão traça um panorama das reformas ocorridas na Europa, a começar pelos antecedentes dos reformadores, tais como Wycliffe e John Huss. Ele passa pelas reformas na Alemanha, Suíça, França e Inglaterra, falando inclusive sobre a posterior formação do movimento puritano nas ilhas britânicas.

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As Reformas na Europa [2/4] - Isaías Lobão



Nesta série, o professor Isaías Lobão traça um panorama das reformas ocorridas na Europa, a começar pelos antecedentes dos reformadores, tais como Wycliffe e John Huss. Ele passa pelas reformas na Alemanha, Suíça, França e Inglaterra, falando inclusive sobre a posterior formação do movimento puritano nas ilhas britânicas.

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