sexta-feira, 20 de junho de 2014

Amamos mais a nós mesmo do que a Deus.



A Reforma produziu uma era de grandes pensadores, artistas e obreiros porque elevou Deus às alturas e abaixou a cabeça humana diante da sua majestade. Nossos cultos (hoje) são muitas vezes mais celebrações de nós mesmo que de Deus, mais entretenimento que adoração. Nunca antes, nem mesmo na igreja medieval, os cristãos foram tão obcecados com si mesmo. Nunca antes as pessoas nutriam noções tão elevadas dos homens e tão pequenas de Deus. Os evangelistas (hoje) falam sobre Deus como se tivéssemos de ter pena dele em vez de adorá-lo, como se ele estivesse se derramando em lágrimas no céu, esperando que as coisas melhorem  e que as pessoas o “deixem fazer as coisas do seu modo”. Nunca antes, talvez, Deus tenha sido tão completamente esquecido e diminuído em nossa estima. Autoestima, autoimagem, autoconfiança, auto-isso, auto-aquilo tem substituído a conversa sobre os atributos de Deus. Ironicamente, isso tem criado o oposto da sua intenção. Quanto mais tempo gastamos contemplando nossa própria grandeza no espelho, mais claramente somos obrigados a ver as verrugas. Sem o conhecimento do Deus em cuja imagem fomos criados, e da graça que nos fez filhos de Deus, o narcisismo (amor-próprio) rapidamente se transforma em depressão (ódio a si mesmo).

Horton, M. As doutrinas da maravilhosa graça: Um antídoto contra o cristianismo cultural infiltrado no meio evangélico. 1° Edição. São Paulo: Cultura Cristã, 2003. p 304.


Adaptação: Isaías Soares Salvador Dias
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terça-feira, 3 de junho de 2014

Estratégias para Lutar Contra a Lascívia



Por: John Piper

Estou pensando em homens e mulheres. Para os homens, isto é óbvio. A necessidade de lutar contra o bombardeamento de tentações visuais para nos fixarmos em imagens sexuais é urgente. Para as mulheres, isto é menos óbvio, porém tal necessidade se torna maior, se ampliamos o escopo da tentação de alimentar imagens ou fantasias de relacionamentos. Quando uso a palavra “lascívia”, estou me referindo principalmente à esfera dos pensamentos, imaginações e desejos que visualizam as coisas proibidas por Deus e frequentemente nos levam a conduta sexual errada. 

Não estou dizendo que o sexo é mau. Deus o criou e o abençoou. Deus tornou o sexo agradável e definiu um lugar para ele, a fim de proteger sua beleza e poder — ou seja, o casamento entre um homem e uma mulher. Mas o sexo tornou-se corrompido pela queda do homem no pecado. Portanto, temos de exercer restrição e fazer guerra contra aquilo que pode nos destruir. Em seguida, apresentamos algumas estratégias para lutar contra desejos errados. 

Evitar — evite, tanto quanto for possível e sensato, imagens e situações que despertam desejos impróprios. Eu disse “tanto quanto possível e sensato”, porque às vezes a exposição à tentação é inevitável. E usei os termos “desejos impróprios” porque nem todos os desejos por sexo, alimento e família são maus. Sabemos quando tais desejos são impróprios, prejudiciais e estão se tornando escravizantes. Conhecemos nossas fraquezas e o que provoca tais desejos. Evitar é uma estratégia bíblica. “Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça” ( 2 Tm 2.22). “Nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Rm 13.14). 

Não — diga “não” a todo pensamento lascivo, no espaço de cinco segundos.1 E diga-o com a autoridade de Jesus Cristo. “Em nome de Jesus: Não!” Você não tem mais do que cinco segundos. Se passar mais do que esse tempo sem opor-se a tal pensamento, ele se alojará em sua mente com tanta força, a ponto de se tornar quase irremovível. Se tiver coragem, diga-o em voz alta. Seja resoluto e hostil. Como disse John Owen: “Mate o pecado, se não ele matará você”.2 Ataque-o imediatamente, com severidade. “Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4.7). 

Voltar — volte seus pensamentos forçosamente para Cristo, como uma satisfação superior. Dizer “não” será insuficiente. Você tem de mover-se da defesa para o ataque. Combata o fogo com fogo. Ataque as promessas do pecado com as promessas de Cristo. A Bíblia chama a lascívia de “concupiscências do engano” (Ef 4.22). Tais concupiscências mentem. Prometem mais do que podem oferecer. A Bíblia as chama de “paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância” (1 Pe 1.14). Somente os tolos cedem a elas. “Num instante a segue, como o boi que vai ao matadouro” (Pv 7.22). O engano é vencido pela verdade. A ignorância é derrotada pelo conhecimento. E tem de ser uma verdade gloriosa e um conhecimento formoso. Esta é razão por que escrevi o livro Vendo e Provando a Cristo (Seeing and Proving Christ — Crossway, 2001). Preciso de breves retratos de Cristo para me manter despertado, espiritualmente, para a sublime grandeza do Senhor Jesus. Temos de encher nossa mente com as promessas e os deleites de Jesus. E volvermo-nos imediatamente para tais promessas e deleites, depois de havermos dito “não”. 

Manter — mantenha, com firmeza, a promessa e o deleite de Cristo em sua mente, até que expulsem a outra imagem. “Olhando firmemente para… Jesus” (Hb 12.2). Muitos fracassam neste ponto. Eles desistem logo. Dizem: “Tentei expulsar a fantasia, mas não deu certo”. Eu lhes pergunto: “Por quanto tempo fizeram isso?” Quanta rigidez exerceram em sua mente? Lembre: a mente é um músculo. Você pode flexioná-la com violência. Tome o reino de Deus por esforço (Mt 11.12). Seja brutal. Mantenha diante de seus olhos a promessa de Cristo. Agarre-a. Agarre-a! Não a deixe ir embora. Continue segurando-a. Por quanto tempo? Quanto for necessário. Lute! Por amor a Cristo, lute até vencer! Se uma porta automática estivesse para esmagar seu filho, você a seguraria com toda a sua força e gritaria por ajuda. E seguraria aquela porta… seguraria… seguraria… Jesus disse que muito mais está em jogo no hábito da lascívia (Mt 5.29). 

Apreciar — aprecie uma satisfação superior. Cultive as capacidades de obter prazer em Cristo. Uma das razões porque a lascívia reina em tantas pessoas é porque Cristo não lhes é muito cativante. Falhamos e somos enganados porque temos pouco deleite em Cristo. Não diga: “Esta conversa espiritual não é para mim”. Que passos você tem dado para despertar sua afeição por Cristo. Você tem lutado por encontrar gozo? Não seja fatalista. Você foi criado para valorizar a Cristo — de todo o coração — mais do que valoriza o sexo, o chocolate ou o açúcar. Se você tem pouco desejo por Cristo, os prazeres rivais triunfarão. Peça a Deus que lhe dê a satisfação que você não tem. “Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias” (Sl 90.14). E olhe… olhe… e continue olhando para Aquele que é a pessoa mais magnificente do universo, até que você o veja da maneira como Ele realmente é. 

Mover – mova-se da ociosidade e de outros comportamentos vulneráveis para uma atividade útil. A lascívia cresce rapidamente no jardim da ociosidade. Encontre algo útil para realizar, com todas as suas forças. “No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor” (Rm 12.11); “Sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1 Co 15.58). Seja abundante em atividades. Faça alguma coisa: limpe um quarto, pregue uma tábua, escreva uma carta, conserte uma torneira. E faça tudo por amor a Jesus. Você foi criado para administrar e trabalhar. Cristo morreu para nos tornar zelosos “de boas obras” (Tt 2.14). Substitua as concupiscências e paixões enganosas por boas obras. 


Extraído do livro:
Penetrado pela Palavra, de John Piper
Copyright: © Editora FIEL 2009.
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O que acho do Natal...



Gosto do clima, das festas, das promessas e tudo mais. Sou um entre vários hipócritas que crê no badalar do sino e no recomeço que todo o natal promete e que nunca conseguimos recomeçar de fato.

Acho maravilhoso o encontro em família, mesmo que o abraço da meia noite seja de pura falsidade e desamor, mas todo teatro por trás desse gesto é “lindo”. Neste momento as piadas tem mais graça, o clima é humano, todo mundo ajuda todo mundo, o badalar do sino é um tom harmônico.

Ai vem à pergunta. Porque só no natal esses sentimentos afloram? Porque isso não pode pendurar sempre? A resposta está no egoísmo e no pecado do ser humano, em 363 o ser humano que no natal é bom, é companheiro, no restante se torna perverso, maldoso e ganancioso, não vê a filha ou o filho, sua esposa ou seu marido clamar por socorro, não olha para o lado, não quer ver seu irmão que definha por falta daquele mesmo amor que em um dia “no natal” você transborda, mas é um transbordar sujo e fedido. Estamos descumprindo um dos maiores mandamentos "O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como vos amei” (Jo 15.12).

Vemos na pessoa de Cristo o exemplo perfeito, fez tudo sem querer nada em troca. Você consegue? Sofreu sem colocar a culpa em ninguém. Você consegue?

Sossegue seu coração, que não precisamos passar mais por isso, pois Ele já passou. Então o que precisamos? Precisamos somente crer que Ele é o Filho de Deus, o Deus encarnado que habitou em nosso meio e morreu concebendo salvação para quem lhe apraz.

Que possamos viver o natal todos os dias de nossas vidas com essa sensibilidade pelos outros principalmente pelos da nossa família, mas nunca nos esquecermos dos que sofrem e gemem, por que para Deus também fazem parte da grande comissão celestial, somente em Cristo isto se torna realidade.


Isaias Soares Salvador Dias 
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terça-feira, 30 de julho de 2013

1. Filiar-se à igreja é ordem de Jesus



1. Filiar-se à igreja é ordem de Jesus
Em primeiro lugar, o nosso Senhor Jesus Cristo ordenou aos Seus seguidores que se filiassem à igreja. Em Mateus 16.18, Jesus diz aos Seus discípulos: “eu edificarei a minha igreja”. Ele descreve a igreja como o templo da nova aliança, e todos os que confessam que Jesus é o Senhor são as pedras desse edifício (Mt 16.16; 1Pe 2.5; Ef 2.19-20).
Em Mateus 28.19-20, Jesus confirma e amplia a sua declaração anterior ao ordenar aos Seus seguidores que façam discípulos, batizando-os e ensinando-os depois. O cumprimento dessa grande comissão resulta na inclusão dos convertidos à igreja. Por que dizemos isso? Porque a ordenança do batismo faz parte da grande comissão. Conquanto o batismo do Espírito Santo nos acrescente à igreja invisível (1Co 12.13), não devemos manter invisível a nossa salvação, temos que expressá-la externamente (Rm 10.9-10). O batismo de água, externo e visível, simboliza esta realidade invisível.
Atos 2.41 descreve como a igreja apostólica pôs esse princípio em prática: “Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas”. Houve um acréscimo a que? Atos 2.27 dá a resposta: “E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”. Essa era a igreja visível, os apóstolos acompanhavam atentamente quem eram os batizados e até os contavam.

Cristo ordenou que fôssemos batizados. Ao ordenar que sejamos batizados, ordena-nos que também sejamos acrescentados à igreja. Noutras palavras, Ele ordena que nos filiemos à igreja, deseja que o nosso relacionamento com Ele seja honesto e perceptível (Mt 10.32) e que seja também um relacionamento corporativo (Hb 10.24-25).
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sexta-feira, 26 de julho de 2013

DEZ RAZÕES POR QUE FILIAR-SE A UMA IGREJA.

 

1. Filiar-se à igreja é ordem de Jesus 
2. O Velho Testamento ensina a filiação eclesiástica 
3. A filiação eclesiástica é inferência Neotestamentário
4. A filiação eclesiástica é parte integrante da salvação
5. A filiação eclesiástica patenteia a ordem eclesiástica
6. Muitos mandamentos bíblicos denotam filiação eclesiástica
7. O cuidado pastoral exige filiação eclesiástica
8. A vida prática da igreja abrange a filiação eclesiástica
9. O evangelismo bíblico exige a filiação eclesiástica             
 10. O amor de Deus clama pela filiação eclesiástica

Obs.: Todos os dias uma postagem de 1 (uma) razão.
Autores: Mark Brown & Larry Wilson
 
 

 

 

 

 


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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Santidade: Sem a qual ninguém verá o SENHOR


Antes de tudo, despertemos para perceber o estado de perigo em que muitos crentes professos se encontram. Sem a santificação “ninguém verá o Senhor”; não há salvação sem santificação (Hb 12.14). Portanto, quanta religiosidade existe que para nada serve! Quão imensa é a proporção de frequentadores de igrejas que se encontram no caminho largo que conduz à perdição! Esse pensamento é terrível, esmagador e avassalador. Oh, quem dera que pregadores e mestres abrissem os olhos e percebessem a condição das almas ao seu redor! Oh, que dera os homens pudessem ser persuadidos a fugir “da ira vindoura!” Se almas não santificadas podem realmente ser salvas e ir para o céu, então, a Bíblia não diz a verdade. Não obstante, a Bíblia é verdadeira e não pode mentir! Que horrível acontecimento será o fim dos tempos!

Em seguida, certifiquemo-nos acerca da nossa própria condição, jamais descansados enquanto não sentirmos e soubermos que estamos “santificados”. Quais são nossos gostos, nossas escolhas, preferências e inclinações? Essa é a grande pergunta de teste. Pouco importa o que desejamos, o que esperamos e o que planejamos ser antes de morrer. Mas, o que somos agora? O que estamos fazendo? Estamos vivendo de maneira santa ou não? Se a resposta é não, a falta é toda nossa.

Também, queremos ser santificados, o nosso caminho é claro e simples: devemos começar indo a Cristo. Precisamos nos aproximar dEle como pecadores, sem qualquer outra justificativa, senão a nossa total necessidade. Deixemos a nossa alma aos seus cuidados, mediante a fé, a fim de obtermos paz e reconciliação com Deus. Precisamos nos entregar em suas mãos, como que nas mãos de um bom médico, clamando a Ele por misericórdia e graça. Não podemos trazer conosco nada que nos possa servir de recomendação. O primeiro passo no caminho da santificação, e que não é diferente na justificação, consiste em vir a Cristo com fé. Primeiramente teremos de viver e, então, trabalhar.

Além disso, se quisermos crescer na santificação, tornando-nos mais santificados, teremos de prosseguir continuamente, da mesma forma como iniciamos, recorrendo sempre aos novos recursos de Cristo. Ele é o cabeça de onde cada membro deve ser suprido (ver Ef 4.16). Viver a vida da fé, diariamente, na dependência do Filho de Deus e valer-se diariamente da sua plenitude, e da graça e força prometida, que Ele providenciou para o seu povo – esse é o grande segredo do progresso na santificação. Os crentes que parecem haver parado nessa escalada geralmente negligenciam a comunhão íntima com Jesus e assim entristecem o seu Santo Espírito. Aquele que orou “santifica-os”, na noite anterior à sua crucificação, está intimamente disposto a ajudar todos quantos, mediante a fé, apelam a Ele em busca de ajuda, desejando se tornar mais santos.

Acrescente-se a isso que não devemos esperar muito de nosso coração aqui neste mundo. Em nossos melhores momentos, encontraremos em nós mesmos razões diárias para nos humilhar, descobrindo que somos necessitados devedores à misericórdia e à graça divinas a cada instante. Quanto maior luz tivermos, tanto mais seremos capazes de perceber nossas próprias imperfeições. Éramos pecadores quando iniciamos a carreira cristão e pecadores seremos, enquanto estivermos prosseguindo no caminho. Somos renovados, perdoados e justificados, e, no entanto, pecadores até o último instante. A nossa perfeição absoluta chegará um dia, e a expectativa pela mesma é uma das razões pelas quais anelamos chegar ao céu.

Finalmente, nunca nos envergonhemos de dar grande valor à santificação, lutando por um padrão elevado de santidade. Enquanto alguns se satisfazem com um padrão miseravelmente baixo de realização, e outros não se envergonham por viverem sem qualquer santidade – contentes com mero círculo vicioso de frequentar a igreja, mas nunca avançando, como um cavalo atrelado à roda de um moinho – nós devemos prosseguir firmemente nas veredas antigas, seguindo pessoalmente a santificação e recomendando-a com coragem aos nossos irmãos. Essa é a única maneira para alguém tornar-se realmente feliz.

Estejamos convencidos, sem nos importar com o que os outros digam, de que a santificação envolve a felicidade, e de que o homem que atravessa a vida com maior consolo é o homem santificado. Sem dúvida que há alguns verdadeiros crentes que, devido à má saúde ou às questões de família, ou à outras causas secretas, desfrutem de pouco consolo perceptível e avançam gemendo por todo o seu caminho ascendente para o céu. Entretanto, esses casos excepcionais. Em geral, ao longo da vida, será descoberto que as pessoas “santificadas” são as pessoas mais felizes da terra. Elas usufruem sólidos consolos que o mundo não pode dar e nem tirar. Os caminhos da sabedoria "são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas, paz”. “Grande paz têm os que amam a tua lei”. Aquele que não pode mentir foi quem disse: “Porque meu julgo é suave, e o meu fardo é leve”. Contudo, também ficou escrito: “Para os perversos, todavia, não há paz, diz o SENHOR” (Pv 3.17; Sl 119.165; Mt 11.30 e Is 48.22).

Fonte: Ryle. J. C. Santidade: sem a qual ninguém verá o senhor. 2ª Ed. São Paulo: Editora Fiel, 2009. p. 62 – 64.


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sexta-feira, 8 de março de 2013

Animal vivo em embalagem plástica é vendido como amuleto na China



Pequenas bolsas contêm oxigênio e líquido com nutrientes. Com esse suprimento, bichos podem viver até dois meses.
 
Animais em pequenas bolsas de plástico, contendo oxigênio e um líquido com nutrientes, são vendidos como amuletos da sorte na China, como mostram as imagens da Reuters feitas em Pequim. O ar e o alimento são suficientes para manter os pequenos peixes, tartarugas e salamandras vivos por dois meses, segundo vendedor ouvido pela agência de notícias. O preço é 10 iuan, o equivalente a R$ 3,16. (Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/03/animal-vivo-em-embalagem-plastica-e-vendido-na-china.html).
 
Isso mostra a degradação do ser humano em relação ao dinheiro, mas um dia, Deus irá julgar as obras e as intenções do coração de cada um. Alguns teólogos afirmam que quando o grande julgamento acontecer a criação de Deus (natureza) estará de "pé" e "aplaudindo (sentimento de alivio)" quando os anjos de Deus estarão arrastando o maldito pecador para o lago de fogo.
 
Creio que no meio da teologia é muito pouco falado sobre a natureza, temos que mostrar e divulgar como a criação de Deus vem sendo mal administrada, maltratada, esquecida... Graças ao bom Deus que um dia, muito em breve, esses podres seres humanos irão receber não a ira de um ser finito, mas a ira de um ser infinito, você consegue compreender isso?
 
Se você acha que um terremoto ou um tsunami que mata milhares de pessoas em poucos segundos é uma coisa grandiosa demais, imagine o Criador disso tudo, que é Deus, e que é permissão Dele sem sombra de dúvidas, descarregando sobre você toda a Sua ira? 

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